Plano de Prevenção Contra Incêndio – PPCI

Sistema de Alarme de Incêndio

O alarme de incêndio é o sistema responsável pela informação de todos os usuários envolvidos em uma determinada área da iminência da ocorrência de um incêndio ou no princípio do mesmo.

Normalmente um sistema deste tipo é instalado nas instalações a proteger e não precisa de alterações no futuro. É constituído por detectores automáticos, baseados na detecção de fumo, chama ou calor, por acionadores manuais, baseados na observação humana do princípio de incêndio para posterior acionamento do alarme que envia alerta para uma central de alarme. Esta central de alarme por sua vez envia sinais de alerta para dispositivos de sinalização audiovisual como sirenes e luzes de emergência.

No Brasil, a norma técnica oficial que define os parâmetros dos sistemas de alarme e detecção de incêndio é a norma ABNT NBR-9441 cuja última revisão foi publicada em 1998.[1]. Esta foi cancelada em 01/10/2010 e substituída pela ABNT NBR 17240:2010

 

Sistema de Hidrantes

O sistema de hidrantes e de mangotinhos é considerado um sistema fixo de combate a incêndio, funcionando sob comando, liberando um jato de água sobre o foco de incêndio.

Esse jato de água possui uma vazão calculada e compatível ao risco do local visando proteger, controlar ou extinguir o foco de incêndio no seu estágio inicial. Dessa forma, esse sistema possibilita o início do combate ao incêndio pelos usuários da edificação antes da chegada do grupamento do Corpo de Bombeiros.

Os hidrantes em edificações e áreas de risco diferem dos sistemas de hidrantes urbanos em relação a forma de abastecimento de água. Os sistemas urbanos apresentam pontos providos de registros e uniões de engate rápido, ligado a rede pública de abastecimento, podendo ser de coluna ou subterrâneo, enquanto que os sistemas prediais apresentam pontos de tomada com registros e uniões de engate rápido, magueiras, esguichos e chave storz onde está ligado ao reservatório de água da edificação e não na rede pública.

Para melhor desempenho do sistema é essencial que os usuários estejam familiarizados com o equipamento, confiantes e que tenham realizado treinamento teórico e prático de brigada para utilizá-lo na ocorrência de um sinistro.

 

Sistema de Sprinklers

Um sprinkler é um dispositivo comumente utilizado no combate a incêndios. Ele é composto de uma “armadura”, um elemento sensível, chamado bulbo.

O bico de sprinkler é rosqueado a uma tubulação pressurizada e permanece fechado por tampa travada pelo bulbo. As roscas normalmente são de ½” ou ¾” NPT.

No interior do bulbo um líquido se expande a uma determinada temperatura de maneira que a cápsula seja rompida, quando um incêndio for iniciado, liberando a água para atuar no combate.

 

 

Sistema de Exaustão e Extração de Fumaça

 

O sistema de extração de fumaça é uma exigência determinada pelo corpo de bombeiros. A extração de fumaça tem o objetivo, manter áreas de circulação de pessoas longe de fumaça, melhorando o ar nesses ambientes, e também substituir o ar viciado por um ar novo, de modo que seja realizada a extração da fumaça, os gases de combustão e o calor para fora do local. Desta forma, possibilita a visibilidade para rotas de fuga, garantindo uma camada despoluída e com baixa temperatura, permitindo se necessária a evacuação das pessoas no local.

O sistema de extração de fumaça é composto por dampers corta-fogo, venezianas para captação de ar, grelhas de insufla mento de ar, rede de dutos de ar, detector de fumaça, central de alarma e incêndio de fumaça. A extração de fumaça tem a fácil manutenção dos dispositivos, um baixo custo operacional e um baixo custo de instalação devido a componentes de construção leve.